Alguém insiste em existir

Existir, respirar, viver no interno e no externo. “Alguém insiste em existir” é uma poética da observação, da ambiência claustrofóbica, da auto-observação, da observação feita pelo outro e da observação do outro. Em 6 cenas temos o corpo humano, o corpo inseto, o corpo casa, o corpo cão e o corpo objeto plástico (símbolos dessa vida doméstica).

“Não saia de casa” parece ser a receita para quem insiste em existir. O externo pode ser a morte e o interno tão pouco nos salvará de nós mesmos. Aqui temos a estética do confinamento: o dispositivo cinematográfico é um território rigoroso controlado pelo olhar, pela voz de comando (interna/externa) e sobretudo pelo corpo que ainda respira.

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